DOUTORADO

terça-feira, maio 17

Parceria entre Leandro Maia e o jornal Diário Popular promove venda do CD Palavreio

“Comprando uma edição do jornal mais R$ 14,90, a pessoa pode adquirir o CD Palavreio”


O show que acontecerá em Pelotas no dia 20 de maio, às 21h, será transmitido, ao vivo, pela internet, pelo blog www.palavreio.blogspot.com


Assista ao vídeo de divulgação do show:
http://youtu.be/R9eqxRaVIKM


Tamanho da fonte
Pontos de venda do CD:


PELOTAS
Abastecedora Avenida
Banca Voluntários
Revistaria Bandeira
Revistaria Duque Canteiro
Revistaria Big Bem
Revistaria Ler e Lazer
Revistaria Águia Branca
Revistaria Kiosco
Zé Colmeia

ARROIO GRANDE
Banca da Praça

BAGÉ
Banca Pravoceler
Livraria Leb
Revistaria Central

CANGUÇU
Posto de Conveniência Fita Azul

HERVAL
Livraria Foto Gilson

JAGUARÃO
Cigarraria Tulipa
Cigarraria Prietsch
Tabacaria 27

PINHEIRO MACHADO
Loja Fox Vídeo

PEDRO OSÓRIO
Loja Giro Rápido
Loja Conveniência Bento Gonçalves

PIRATINI
Cigarraria Valerio

RIO GRANDE
Saúde Vital
Estação Rodoviária
Banca do Canalete
Abrigolândia

SANTA VITÓRIA DO PALMAR
Supermercado Langoni
Shopping Milano

SANTANA DA BOA VISTA
Loja de Variedade

SÃO LOURENÇO DO SUL
Super lampes
Loja Diário

segunda-feira, maio 16

Leandro Maia e Diário Popular fecham parceria

Em um mundo digitalizado e movido pela tecnologia, gravar um CD não é mais um bicho-de-sete-cabeças. O grande desafio dos músicos, principalmente independentes, passou a ser outro: baratear o custo do produto e disponibilizá-lo ao consumidor. A fim de achar uma solução para esses empecilhos, que acabam impedindo a proliferação de novos talentos, o cantor Leandro Maia firmou parceria com o Diário Popular, resolvendo o problema de custo e acessibilidade do CD-livro Palavreio, onde quem ganha é o leitor do jornal.

Até o dia 20 de maio ou enquanto durarem os estoques, assinantes com pagamento em dia podem adquirir o disco a R$ 9,90. A venda acontece direto no Departamento de Assinaturas da empresa, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30min às 18h, na rua 15 de Novembro, 718. Só será permitida a aquisição de um disco por assinante ativo.




Link para a matéria no DiárioPopular de Pelotas:



domingo, maio 15

Leandro Maia faz seu "Palavreio" em Pelotas



Cantor e compositor Leandro Maia lança o premiado Cd-livro “Palavreio” com show no Theatro Guarany. O evento tem entrada franca, é financiado pelo Procultura/SECULT e será transmitido ao vivo pela internet (pelo twitter: siga @leandro_maia)

Considerado um dos dez melhores discos brasileiros de 2008 pela imprensa da capital, Palavreio é um cd grávido de um livro e apresenta canção impregnada de literatura. A obra caracteriza-se como um tratado autoral em três partes sobre canção brasileira: Palavra de Papel (poemas), Palavra Dita (poemas recitados) e Canção, onde realiza o percurso da palavra falada à palavra cantada. Palavreio tem a produção musical de Pedrinho Figueiredo, integrante do quarteto de Renato Borghetti há 20 anos, e ilustrações de Jorge Herrmann, músico e artista plástico de prestígio na capital gaúcha. O disco conta com diversas participações especiais, como Hique Gomez (Tangos e Tragédias), Luciano Maia (Quartcheto) e Ernesto Fagundes (Os Fagundes), além de trazer a sonoridade de mais de 20 músicos do primeiro time do cenário gaúcho.

Dialogando com poetas, escritores e compositores como Luís de Camões, João Simões Lopes Neto, Manuel Bandeira, Mário Quintana, João Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Noel Rosa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Vitor Ramil, entre outros, Leandro Maia depura o conceito de antropofagia e tropicalismo, misturando formas eruditas e populares. Em suas canções aparecem citações de Villa-Lobos, Lennon e Mcartney, Richard Wagner, J.S. Bach, Kurt Cobain, além de literatura de cordel, haikai e poesia concreta. Esta pluralidade de manifestações culturais - que ocorre de forma orgânica e bem articulada - condiz com o próprio fenômeno da canção brasileira: híbrida e bela, mestiça e única, sofisticada e simples. Este trabalho também rendeu a Leandro Maia o Prêmio Açorianos de Música na categoria Revelação.

O público pelotense, que teve a oportunidade de conhecer Leandro Maia como convidado especial de Ivan Lins em novembro passado, agora tem a chance de conferir o trabalho compositor gaúcho na íntegra e com entrada franca, além da participação especialíssima do acordeonista pelotense Luciano Maia.

A banda é formada por grandes nomes da música gaúcha: Leandro Maia (voz e violão), Pedrinho Figueiredo (Flauta, Sax e direção musical), Michel Dorfman (piano e teclado), Miguel Tejera (Baixo), Mimmo Ferreira (percussão) e Luke Faro (Bateria). Participações especiais de Marcelo Delacroix (voz), Andréa Cavalheiro (voz) e Ângelo Primon (guitarra). Figurinos de Sandra Possani, Chico de los Santos e Heinz Limaverde. Iluminação e Projeções de Fernando Ochôa. Produção Executiva de Alexandre Mattos.

No dia posterior ao show, haverá diversos workshops com os músicos da banda. As atividades são destinadas a músicos, estudantes de música e interessados. Os workshops tem entrada franca com inscrição prévia no Conservatório de Música da UFPEL. Maiores informações sobre as atividades no blog palavreio.blogspot.com.

Serviço:
Show de Lançamento do CD Palavreio de Leandro Maia
20/05/2011 – 21h
Theatro Guarany - Pelotas.
Entrada Franca – Única Apresentação.


IMPRENSA – releases, fotos e entrevistas: palavreio@gmail.com


www.myspace.com/palavreio
www.palavrio.blogspot.com www.youtube.com/palavreiodejavu
www.leandromaia.com.br www.twitter.com/leandro_maia





Workshops
Informações
Conservatório de Música da UFPEL - (53) 3222-2562





Título: Tecniquês para Músicos – Pedrinho Figueiredo
Local: CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA UFPEL - Auditório
Data: 21 de Maio de 2011
Hora: 11h
120 VAGAS

_Para instrumentistas, cantores, técnicos de som, produtores, estudantes e interessados, ministrada por Pedrinho Figueiredo. Súmula: microfonação e captação de instrumentos musicais; acústica de ambientes de gravação e apresentação; softwares de gravação, edição, mixagem e masterização.




Título: Rudimentos Aplicados aos Ritmos Brasileiros (Bateria) – Luke Faro
Local: CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA UFPEL – Sala 6
Data: 21 de Maio de 2011
Hora: 9h
20 VAGAS

_Para músicos, estudantes e interessados, ministrada por Luke Faro. Súmula: técnica de bateria; história e contextualização da proposta; introdução ao estudo de rudimentos; aplicação do estudo técnico à performance de ritmos brasileiros; arranjos de percussão e bateria; a percuteria.


Título: Harmonia e Improvisação – Michel Dorfman
Local: CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA UFPEL – Auditório da UFPEL
Data: 21 de Maio de 2011
Hora: 9h
Auditório ou Sala 1 do anexo: Gal Netto
30 Vagas


_Para instrumentistas, compositores, arranjadores, estudantes e interessados, ministrada por Michel Dorfman e Miguel Tejera. Súmula: harmonia funcional; sobreposição de acordes; harmonização de melodias; escalas e técnicas de improvisação; o piano na música instrumental brasileira.




Título: Preparação Musical de Atores e Bailarinos – Marcelo Delacroix e Andréa Cavalheiro
Local: Tablado (antigo Thol)- Rua Alm. Tamandaré (A confirmar local)
Data: 21 de Maio de 2011
Hora: 10h
Importante: Levar um instrumento musical ou objeto sonoro (latas, panelas, etc...)


_Para atores, bailarinos, diretores teatrais, coreógrafos e interessados, ministrada por Marcelo Delacroix e Andréa Cavalheiro. Técnica vocal, percepção musical. Relação entre ambiente sonoro e espaço cênico. Princípios para criação de trilha sonora e realização musical ao vivo.


Título: Produção Musical de Discos e Trilhas – Ângelo Primon
Local: Conservatório de Música da UFPEL – Anexo – Sala 1
Data: 21 de Maio
Hora: 9h


_Princípios basilares para a produção musical em estúdio para a gravação de CDs e filmes. Ministrada por Ângelo Primon e Glauco Minossi. Criação musical. Produção. Constituição da narrativa sonora do filme. Exemplos de curta-metragens gaúchos.


Título: Percussão e Projetos Sociais - Mimmo Ferreira
Local: Auditório do IAD/UFPEL – a confirmar local.
Data: 21 de maio
Hora: 9h
40 vagas


_Destinada a crianças e jovens de projetos sociais e pontos de cultura de Pelotas que desenvolvem atividades musicais em comunidades periféricas. Ministrada por Mimmo Ferreira. Ritmos brasileiros, criação e improvisação de jogos musicais, elementos básicos de técnica e coordenação motora.



sexta-feira, abril 29

Agenda

Fique ligado na agenda dos próximos dias:

3o de abril:
Santa Maria - Estética e Valor Simbólico
Colégio Marista de Santa Maria - 9h
Veja o link:
http://culturaparaoriograndecrescer.blogspot.com/p/programacao.html

Programa de Kleiton Ramil com "Palavreio":
Programa O SUL EM CIMA 11

Ouça:
Rádio Roquette Pinto - sábado das 20 às 21 hs
Rio de Janeiro
http://www.fm94.rj.gov.br

Rádio Alfa FM, aos domingos, das 07h30 as 08h30min
Pelotas/RS -
http://alfafm.ucpel.tche.br/

Rádio Universidade AM, aos domingos, das das 20 as 21hs
Pelotas/RS
http://www.radiouniversidadeam.com.br/content/index.php

Rádio USP
São Paulo/SP
todos os domingos das 15h00 às 16h00
http://www.radio.usp.br/
http://www.radio.usp.br/programa.php?id=96 (página do programa)
OBS: Ficam disponíveis os arquivos com todos os programas transmitidos.

Rádio Cidade Nova FM
Belo Horizonte/MG
todos os domingos das 20h00 às 21h00
http://www.radiocidadenovafm.com.br/


02 de maio :
Seberi - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

03 de maio :
Camargo - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

04 de maio :
Serafina Correa - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

05 de maio :
Constantina - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

10 de maio :
Cachoeira do Sul - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

11 de maio :
Arroio dos Ratos - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

20 de Maio - Show "Palavreio" em Pelotas Theatro Guarany - 21h - Entrada Franca.










21 de Maio :
Pelotas- Workshops Palavreio com Entrada Franca.

26 a 29 de maio - Fórum Paulo Freire
Santa Rosa

30 de de maio :
Panambi - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

31 de maio :
Encantado - Abordagens de Pesquisa em Educação
Polo UAB - 19h

domingo, março 27

Publicação 27 de março

ALDEIA


por Juarez Fonseca




78 minutos de grande música



Antes do show do André Mehmari Trio,quarta-feira próxima no Theatro São Pedro, podemos preparar os ouvidos ouvindo Gismontipascoal – A música de Egberto e Hermeto, seu segundo disco com Hamilton de Holanda, lançado há pouco. Eles são, hoje, talvez os mais completos músicos do Brasil em seus instrumentos. Mehmari toca um piano que impressiona pela precisão, a delicadeza, a elegância, o colorido, o frescor. Hamilton e seu bandolim de dez cordas (“inventado” por ele) chegam a alturas de qualidade e expressão que superam qualquer outro nome desse instrumento. São brilhantes, e têm a ousadia e a disposição irrefreável dos jovens. É preciso ter muita confiança para, ao homenagear os mestres, postar-se à altura deles,dois de nossos mais complexos, personais e sofisticados compositores. O disco é feliz desde o trocadilho do título, que remete ao primeiro pedaço de terra avistado por Cabral em 1500, no descobrimento do Brasil. Mais do que no primeiro disco da dupla (Contínua Amizade, 2007), piano e bandolim conseguem aqui uma interação que aos meus ouvidos soa perfeita. Mesmo sendo instrumentos tão incomuns para duo, eles se entendem como se tivessem nascido juntos. Não há sobreposições, nenhum aparece mais que o outro, ambos se identificam 100% e isso é o que vale. Seja para músicas mais rápidas, como, de Hermeto, o choro Bebê e a “nordestina” Santo Antônio, e mais lentas, como as de Gismonti Memória e Fado e a reflexiva Fala a Paixão, em que ele participa ao violão. Em temas particularmente “difíceis”, como Intocável (Hermeto) e Frevo (Gismonti), não é diferente. A grande música jorra durante 78 minutos, desde a primeira parceria da dupla, a bela composição que dá título e abre o álbum, repetida ao final com outro arranjo, passando por dois temas deles para os homenageados, até composições mais conhecidas como Palhaço (Gismonti). Música das Nuvens e do Chão, de Hermeto, com a presença do Bruxo fazendo de tudo (percussão na mesa, trombone de boca etc), fecha um disco do tipo raro. A capa tem um desenho do acervo da famíliaPortinari; lançamento do selo Brasilianos. Mas o show no Theatro São Pedro (“Adoro aquele piano”, diz Mehmari) é outra história, não tem bandolim: o jazz-trio, com Zé Alexandre no baixo e Sérgio Reze na bateria, tocando as músicas do inédito disco Afetuoso, que no final de abril eles vão lançar no Japão. Às 21 horas, de 20 a 60 reais, infos 3227-5100.

segunda-feira, março 14

Arte e Agenda - André Mehmari


Arte & Agenda ANO 116 Nº 164 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 13 DE MARÇO DE 2011

Premiado pianista André Mehmari no palco do T.S.P.


O pianista, arranjador e compositor André Mehmari, apontado como um dos mais originais músicos da cena brasileira e premiado tanto na área erudita quanto na popular, se apresentará no Theatro São Pedro (Praça da Matriz, s/n), no próximo dia 30, às 21h. Acompanhado de dois instrumentistas, ele interpretará composições próprias e recriações de clássicos da música popular brasileira.

A versatilidade de André se reflete na sua atuação em diferentes situações. Ele se apresenta nos formatos de trio, com os músicos Sérgio Reze (bateria) e Zé Alexandre (Contrabaixo); piano solo e em duo com as cantoras Mônica Salmaso e Ná Ozzetti; com os instrumentistas Hamilton de Holanda, Gabriele Mirabassi e Dimos Goudaroulis, além de conduzir oficinas e workshops. Já teve suas composições e arranjos tocados por alguns dos mais expressivos grupos orquestrais e de câmara brasileiros. Em sua discografia, reúne cinco CDs e a participação como pianista e arranjador em vários projetos. Em duo com Na Ozzetti, lançou "Piano e Voz", considerado pela crítica uma obra-prima. Recentemente apresentou um programa com composições suas dedicadas a Mozart, com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Em julho de 2006, sua "Suíte de Danças Reais e Imaginárias" foi estreada pela Osesp, na Sala São Paulo, e tocada na abertura oficial do festival de inverno de Campos do Jordão. Ingressos no TSP, a partir de R$ 30,00.
Link para a notícia: http://migre.me/42Kmz

segunda-feira, fevereiro 28

Leandro em Pelotas



Publicação do Jornal ABC de 27 de fevereiro de 2011
Página 21 - ALDEIA por Juarez Fonseca


Um dos mais completos novos compositores do RGS, Leandro Maia (foto) está de volta, depois de dois anos como professor na escola de Música da Universidade de Londrina.
Aprovado em concurso, agora é professor da Universidade Federal de Pelotas – onde sua mulher, Maria, coordena o curso de Dança. “Acho que fixaremos raízes por aqui”, conta, “vamos criar nosso filho Gonçalo, de ano e meio, entre o Laranjal e o Pampa”. A boa maré também está atingindo o trabalho musical de Leandro. Em Londrina, ele se aproximou de André Mehmari, grande compositor e pianista de São Paulo (que se apresentará dia 30 de março no Theatro São Pedro), e passaram a compor juntos.
“O André está preparando seu primeiro disco de canções, tendo como convidados Mônica Salmaso, Ná Ozzetti, Zé Renato, Sérgio Mendes, e eu participo como cantor, violonista e
parceiro dele em três músicas”.
Canções da nova parceria e de outras (com Pedrinho Figueiredo e Fábio Mentz) também estarão no segundo disco de Leandro, que sucederá ao ótimo e premiado Palavreio, de 2008.
Para completar, ele e Mehmari ainda projetam um trabalho em duo. “São novos caminhos que se abrem para mim”, comenta, feliz da vida. Sem falar que em Pelotas ele poderá aproximar-se de Vitor Ramil, pois têm muitos pontos em comum.

Veja a página na íntegra:

http://migre.me/3XQ2H


quarta-feira, fevereiro 9

Lançamento do CD da Radio Buzina

Leandro Maia canta a canção "Palavreio" no show de lançamento do CD da Rádio Buzina, no Salão de Atos da UFRGS em 01/06/2010. Participação de Mário Falcão, Pedrinho Figueiredo e Andrea Cavalheiro.






terça-feira, novembro 16

Feira da Música do Sul 2010

Leandro Maia fará parte de um dos painéis da Feira da Música do Sul que acontece de 17 à 20 de novembro na Casa de Cultura Mário Quintana.
A Feira da Música do Sul 2010 chega a sua segunda edição ratificando sua vocação para criar e promover uma diversidade musical. Um espaço para múltiplas atividades ligadas a toda cadeia produtiva da música, tendo uma grande importância na cena da música brasileira, além de ser uma oportunidade de encontro entre os trabalhadores desta rede, grande geradores de empregos e de renda.
Concentrar pensadores, negociadores e articuladores do setor musical para promover a abertura e a ampliação dos mercados regional, nacional e internacional, e para propiciar o desenvolvimento de atividades de qualificação profissional para músicos, produtores e demais agentes do setor. Reunir para agregar, qualificar para empreender. Estes são os focos da Feira da Música do Sul 2010, elaborados a partir de crenças e experiências como frequentadores de feiras internacionais - tais como o Midem, a Womex, o SXSW e a Popkomm - e nacionais como a Feira da Música de Fortaleza, o Mercado Cultural, a Feira da Música Brasil, o Porto Musical e a Brazil Central Music.
A realização da Feira da Música do Sul 2010 se justifica na medida em que visa contribuir para o processo de articulação e organização entre os agentes da cultura do estado, do Brasil e do Mercosul, a fim de incentivar o grande potencial econômico que possui esta cadeia produtiva a partir da Integração Cultural. Além disto, os efeitos positivos dos investimentos culturais, do intercâmbio cultural, incidem diretamente na auto-estima e na qualidade de vida da população.
Leandro mediará o Painel sobre Educação Musical das 13h30min às 15h30min do dia 20 de novembro. Confira programação completa dos painéis clicando no link:
http://www.feiradamusicadosul.com.br/programacao.php?filtro=3

sexta-feira, novembro 5

Show de Ivans Lins com participação de Leandro Maia


Compositor e músico de primeira linha, Ivan Lins lança no dia 17 de novembro, no Teatro do Bourbon Country, o cd Perfil. Composto pelos maiores sucessos ao longo dos anos, o volume especial da série foi totalmente regravado com músicas baseadas em arranjos originais – sugestão do próprio intérprete. A apresentação na Capital conta ainda com os convidados especiais Geraldo Flach e Leandro Maia.

O artista celebra este ano quatro décadas de carreira, marcado por sua participação no V Festival da Canção, onde se classificou em 2º lugar com o sucesso "O amor é o meu país", e do seu álbum de estréia intitulado Agora, em 1970.

No show, Ivan Lins convida o público para uma nostálgica viagem musical por clássicos de sua composição, como Madalena, Começar de Novo, O Amor É o Meu País e Dinorah, Dinorah, entre outros sucessos que marcaram a história da música brasileira. Além disso, o público será presenteado com novas canções que farão parte de seu mais novo trabalho de inéditas: Íntimo. O novo trabalho só será apresentado completamente ao público a partir do ano que vem, mas os gaúchos terão a oportunidade de conhecer em primeira mão algumas faixas do novo álbum.

Ivan Lins e o CD Perfil
Compositor e músico, Ivan Lins pode se orgulhar não apenas de, ao longo de sua carreira, ter constantemente registrado sua importância na história da música popular brasileira, mas também de ter contribuído para levar a cultura do nosso país para o resto do mundo. Entre os admiradores e intérpretes de suas canções, estão as musas do jazz Ella Fitzgerad e Sarah Vaughan, Jane Monheit, Sting e Barbra Streisand, além de assinar, no cenário nacional, sucessos interpretados por nomes como Elis Regina, Gal Costa, Emílio Santiago, entre outros.

O CD Perfil – Ivan Lins é o mais novo volume da série de coletâneas que reúnem os maiores sucessos de grandes nomes da música. No repertório do CD, estão presentes clássicos como “Madalena”, “O Amor É O Meu País”, em um pot-pourri com “Meu País”, “Cartomante” e “A Noite”, sendo a última com participação especial de Jorge Vercillo.

Ivan Lins apareceu publicamente para a música em 1968, quando chegou às finais do primeiro Festival Universitário da Canção Popular, promovido pela extinta TV Tupi, com “Até o Amanhecer”, composta em parceria com Valdemar Correa e defendida por Cyro Monteiro. No ano seguinte, o músico carioca teve seu primeiro grande sucesso com “Madalena” (Ivan Lins / Ronaldo Monteiro), gravada por Elis Regina. A canção, que Ivan interpretou para seu álbum de estreia, Agora (1970), não podia ficar fora do Perfil, assim como “O Amor É o Meu País” (Ivan Lins / Ronaldo Monteiro de Souza), do mesmo LP. A segunda provocou polêmica ao ser lançada; sua mensagem foi interpretada de forma errônea pela esquerda, que disse que a música era alienada, escapista, por declarar amor ao Brasil na época da ditadura. Aqui, “O Amor É o Meu País” aparece em um pot-pourri com “Meu País” (Ivan Lins / Vitor Martins), do disco Awa Yiô (1993).

Composta ao lado de Vitor Martins, “Meu País” é apenas uma das muitas músicas de uma das parcerias mais marcantes na carreira de Ivan Lins. Além da canção presente no pot-pourri, o Perfil traz outras doze faixas de Ivan e Martins: “Abre Alas”, de Modo Livre (1974); “Dinorah, Dinorah” e “Somos Todos Iguais Nesta Noite (É o Circo De Novo)”, do álbum Somos Todos Iguais Nesta Noite (1977); “Bandeira do Divino” e “Cartomante”, do LP Nos Dias de Hoje (1978); “Desesperar Jamais” e “Começar de Novo”, de A Noite (1979); “Bilhete”, de Novo Tempo (1980); “Vitoriosa”, de Ivan Lins (1986); “Vieste”, do disco Mãos (1987); e “Lembra de Mim”, de Anjo de Mim (1995). Destaque ainda para “A Noite”, faixa do álbum homônimo lançado em 79, que aqui ganha a participação especial de Jorge Vercillo.





SERVIÇO


Dia 16 de novembro


Terça-feira, às 21h


Theatro Guarany


Pelotas/RS




Dia 17 de novembro


Quarta-feira, às 21h


Teatro do Bourbon Country


Porto Alegre/RS

Sete ao entardecer

O Projeto Sete ao Entardecer realizado no dia 11 de outubro na Fábrica Cultural, reuniu os Professores da UCPEL: Leandro Maia, Paulo Gaiger e Thiago Colombo. Os três artistas conheceram-se em Pelotas e perceberam os elos comuns nas perspectivas de seus trabalhos.





O concerto teve entrada franca e o público pode prestigiar Paulo Gaiger no violão e voz, Thiago Colombo no violão e percussão e Leandro Maia na voz, violão, cavaquinho, acordeón e cajón.





domingo, julho 4

SETE POEMAS DE LAMBUJA

Se eu durmo bem, componho canções. Se tenho insônia, poemas.  Eis o resultado de uma noite em claro, com poemas escritos num bloquinho do Banrisul que ganhei de regalo no "Encontros com o Professor", do Rui Carlos Ostermmann.

..............


I


A voz avante retumbante surge
e ruge a despalavra larva
seres vivos entre as entranhas estranhas
retorno a ser, dos anjos, matraca


Por mais que soe mofo
de vez e quando a voz vacila
e se, aos poucos, engulo
sílaba por sílaba
cada vez mais aviso:
quem quiser que siga!


......................................


II


Se o poema se põe à mesa
como garfo e farofa
toda mesa farta é prosa
e se a certeza descongela do micro
é porque denovo acredito
que a palavra glacial supera
qualquer temperatura amena


Que o glacê graceje
e o cliché chiclete cacareje


quem depressa perdoa, que ponha os pratos da ceia
quem despreza a cereja, que escolha outra poltrona
já vai começar o programa:
Atire a primeira pessoa


........................


III


Quem me deu este bloquinho
como se fosse um brinde
que aguente o revide
e ouça um descalabro
toda vez que eu tiro um sarro
é em mim que dói mais


Quem me dera um bloquinho fugaz
pra dispor de algumas ideias,
mesmo feias, mesmo velhas
repetidas senão quando
é nas folhas remando
que eu afogo as mazelas


...................


IV


a mente faz barulho
quando pensa, à meia noite
a noite quieta ri
da meia-mente que tateia
enquanto o dia clareia
na mais absoluta mesmice
alguém um dia já disse
que a hora se faz a galope
toma um gole - toma um golpe
a vida faz cara feia


...............................


V


eu desfaço tudo o que disse
dando um sorriso depois
e a porrada no vim do vivente
vira massagem no meu próprio ego
é por isso que carrego um engov antes
e um depois
que é para o caso de um dos dois
ter uma constrangite


.........................


VI


Toda felicidade dá de si
que nem alpargata de corda
e se alarga, e se acomoda ao pé mais disforme
há quem diga que a felicidade pisa forte,
mas não deixa rastro que se note.


Quando a felicidade dá o bote,
não há bota que resista
leva tempo, não insista:
a alpargata é que sabe de si.


..........................


VII
pro Gonçalo, que acordou a estas alturas


Quando o piá apita teta quer
esse tarado por mulher
me supera as artimanhas
nunca perde, sempre ganha
a atenção alheia
só não quer mulher feia a apertar-lhe as coxas
de vez em quando meio rochas das mordidas do papai
mas não grita, nem um ai, apenas se vinga na mãe,
dando beiçadas no seio,
que cala consciente

quinta-feira, maio 27

O outro lado da Rua

O Outro Lado da Rua




Uma rua. Estavam esperando para atravessar. Olharam para um lado. Olharam para o outro. Quando o pé se levantou pra pisar no meio fio passou um carrão com adesivo escrito: “Não somos aquilo que pensam que somos”. Puxa! E correndo desse jeito! Quem esse cara pensa que é? E os pés voltaram pra trás.
Esse cara quem? Homem ou mulher, velha ou nova. Era carro bom. Devia ser de bacana. Ou não. Vidro fumê. Carro tipo propaganda de tv. Olharam para um lado. Olharam para o outro. Nenhuma câmera de gravação. Não era um comercial. Mas não atravessaram.
            Carro de propaganda nunca tem ninguém dirigindo – esse devia ter. É o carrão sozinho numa estrada tri bonita bem cuidada sempre vazia que nunca passa ninguém. Havia outros pedestres por ali, portanto estava descartada a hipótese de um comercial, a não ser que todos fossem figurantes. Além disso, era uma rua, não uma estrada. “Não somos aquilo que pensam que somos”. Mas não foram até o lado oposto – que é o que se faz ao atravessar a rua – tontos com o trânsito.
            Então, o trânsito. Ai, o trânsito. Lá vem falar de segurança, responsabilidade, valorização da vida, duplicação da BR, pedágio, álcool, rigor na aplicação das leis. Falar que isso e aquilo. Não. Não é o trânsito. A placa? Ou liam o adesivo ou liam a placa. Tudo bem, só mais um automóvel em suas vidas nessa rua vaivém de mochila e chinelo de dedo, bicicleta e boné, paletó e gravata, pastinha de alça, sandália sem alça, tênis, botinha sem meia, flanelinha. Quem dirigia? Podia ser jogador de futebol. Carteira de habilitação comprada. Como se faz hoje em dia. Ou seria carro de madame? Cheirosa e antipática. Do condomínio pro Shoping do Shoping pro condomínio. E se não fosse nada daquilo. Ou fosse pra pensar que não era. Quem sabe?
            Empresário da noite. Dono de boate. Um motorista negro de luvas. Anti Seqüestro. O adesivo seria um despiste. Não sou rico – confessaria constrangido o cara com jornal aberto e palito de dente na boca. Tem carrão, mas não é o que a gente acha que é. Só pode ser bicheiro corrente de ouro. Negócio promissor, gerando emprego e renda. Tradição. Confiança. Respeito. Estabilidade. Nada de caça-níquel nem bingo – coisas que vão e vêm aos canetaços e sofrem para se estabelecer em teatros e cinemas abandonados – jogo do bicho é pra sempre. Podia ser de político. Assessor de político. Agenda. Notebook. Secretária. Celular. Coisa de primeiro escalão. Secretaria de Estado. É e não é. Ele é o responsável, mas a culpa não é dele. Fatalidades. “Não somos aquilo que pensam que somos”. Essa é boa.
Também querem ser o que não são. Todo mundo é assim. Normal. A eterna insatisfação com o que já foi conquistado. O tédio da falta de desafios. Então se busca ser o que não se é. Mero descontentamento. Mesmo não sendo o que se queria ser, já se deixa de ser o que se era pelo simples fato de não demonstrar o que verdadeiramente se é – ao mesmo tempo em que não é o que demonstra ser. É a vida. Nem tudo é o que parece.
Muito do que se pensa é dito nos veículos. “Não tenho tudo que amo, mas amo tudo o que tenho”. Esta é uma insatisfação muito mais conformada. Mais sofrida. Declaração cabeça erguida de quem já passou por muita coisa e rodou o Brasil todo para chegar até aqui – desde que o portador da frase realmente pense isso mesmo, senão corre o risco de parecer o que não é. Existe, ainda, aquele que queria ser, foi, e não quer ser mais. Tudo é passageiro. Certo ou errado, passa na roleta, desce na parada.
Já não tinham certeza se queriam atravessar a rua. Olharam para um lado. Olharam para o outro. Atravessar pra quê? O que os esperava? Será que valeria a pena? Que garantia teriam de encontrar no outro lado da rua o que buscavam? Se fosse o que pensavam que era, era certo. Mas se não fosse? Depois de atravessar, o outro lado seria este. Não poderiam encurtar o caminho? Se tudo muda, ficar parado é a forma mais rápida de se movimentar.
Mas não podiam ficar a vida toda parados só a vida toda por causa de um adesivo. Olharam para um lado. Olharam para o outro. Não somos o que pensam que somos. Nem o que não somos. E foram.

domingo, maio 2

Encontros com o Professor

Ao violão e na companhia de Pedrinho Figueiredo, o compositor Leandro Maia apresentou canções do Cd Palavreio na canja do encontro com Donaldo Schüller.

Com um sorriso largo e uma voz afinadíssima, Leandro Maia deu início a canja do Encontros com a canção Paisagens, composta, segundo ele, em homenagem a Porto Alegre.

Na letra, ele narra imagens marcantes da cidade como a ponte do Guaíba, os Jacarandás da Praça da Alfândega e a vista que se tem da Capital do alto do morro Santa Teresa. No verso final da música, se declara: "Porto parte boa do mundo, parto cedo para te encontrar".

Seguindo a apresentação, tocou Dejavú, cuja a letra fala de amor, e que, segundo ele, "é um pouco grega", porque se parece tanto com o mito de Narciso quanto com a história do deus Apolo.
Encerrando a canja, Leandro cantou Palavreio que dá título ao CD e ao show mais recente do artista.

29 de abril no StudioClio

sexta-feira, abril 23

Funarte para Coro Juvenil


Olá Pessoal!

Hoje foram publicadas (on-line) as partituras da Série Funarte para o Coro Juvenil.
Pode-se baixar as composições gratuitamente em .pdf e as gravações estão diponíveis no site também:

http://www.funarte.gov.br/portal/2010/04/20/serie-de-coro-juvenil/



Leandro Maia compôs a peça "Vida Viração" que é interpretada pelo Coro "Harte Vocal" do Rio de Janeiro.





"Vida Viração é uma obra coral construída sobre uma melodia em tom menor que lembra a tradição musical popular do Nordeste do Brasil...."

Letra:

Vida Viração
Leandro Maia

Bateu asas e voou coração
Numa estrada de poeira e paixão
Mas a vida não é verso, não é diversão
Não é cinema, não é filme de televisão
Mas a vida não é parque, não é diversão
Não é brinquedo, não é jogo de adivinhação
A vida bate sem coringa na mão
Vida é jogo, vida e sorte, não é paixão
A nossa vida é viração, a nossa vida é ilusão
A nossa vida é provação, a vida é paixão
Voa vida, voa longe